Fleur inha
Da janela ouve o uivo
escárnio de vozes
fleur du Lautrec
esmolada ao dente!
engole as gotas plumbelinhas
na esperança da sintaxe
Vontades
Já refeita a ignota
respinga ácido na minha boca
cambaleia e sai
Imolada
caí
na porta da igreja.
Giselle Serejo em NÃOS ÉS BAUDELAIRE,2012.
Nenhum comentário:
Postar um comentário